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Os Radicais Livres são substâncias tóxicas que as células produzem em grandes quantidades quando o organismo encontra-se em situação de estresse. Esse excesso é responsável pelo desequilíbrio interno e externo do organismo.

Qualquer forma de sobrecarga ao metabolismo celular, dizemos estresse oxidativo.

As células podem tolerar o estresse oxidativo brando, que resulta na mobilização estimulada dos sistemas de defesa antioxidante a fim de restaurar o equilíbrio.

Todavia, o estresse oxidativo severo pode causar grandes alterações no metabolismo celular que podem resultar em lesão e morte celular.

A terapia biomolecular pode ser iniciada em qualquer idade. Para cada caso, as indicações e os resultados são sentidos de forma diferente.

O envelhecimento do organismo inicia-se após o nascimento e, quanto antes iniciarmos a prevenção, mais tarde sentiremos os efeitos do passar dos anos. Mas é por volta dos 30-35 anos que a terapia biomolecular se faz mais necessária, pois o organismo passa a sofrer um processo mais acelerado de envelhecimento e oxidação das células.

A Medicina Biomolecular, através de uma avaliação clínica, associada a exames específicos, nos informa as necessidades orgânicas do paciente, possibilitando a prescrição de um tratamento personalizado, contribuindo para a melhoria da saúde e da qualidade de vida.

Radicais Livres Classicamente, define-se como radicais livres toda molécula que tem um elétron ímpar em sua órbita externa.

Normalmente, a órbita externa de todas as moléculas em componentes químicos estáveis deve conter um número par de elétrons, sem o que serão componentes altamente instáveis e com uma vida média muito curta (praticamente de milissegundos). Mas, ao mesmo tempo, eles buscam avidamente, o elétron faltante, para o que sacrificam outros componentes químicos que podendo finalmente criar radicais livres em cascata, que alteram o equilíbrio do meio interno do organismo, podendo desencadear processos involutivos graves e muitas vezes de conseqüências irreparáveis.

Uma das principais características do corpo humano é o de manter-se em equilíbrio. Assim, determinado organismo normalmente produz agentes antioxidantes que o defendem da agressão dos radicais livres.

Enquanto o equilíbrio é mantido, conserva-se a homeostasia (harmonia) do meio interno, mas quando a produção dos radicais livres ultrapassa o efeito protetor dos agentes antioxidantes, iniciam-se processos que degeneram a integridade celular e conseqüentemente começam a abalar a estrutura geral do organismo.

Os radicais livres são moléculas altamente instáveis, assim como altamente reativas, reagindo agressivamente com outras moléculas, criando novos componentes com muita rapidez.

Efeitos nocivos da poluição, de agentes químicos, físicos e mecânicos como os de energia de alta radiação, raios ultra-violeta, gama, raios x, radiação cósmica, medicamentos, entre outros, quebram a paridade da órbita externa das moléculas, formando radicais livres.

Os radicais livres são formados constantemente dentro do organismo e, em certas circunstâncias, podem ser até úteis para a saúde do organismo(efeito bactericida).

Quando dois radicais livres se encontram e reagem entre si, um cede seu único elétron e perde a órbita externa, o outro recebe um elétron e completa sua órbita externa. Assim as duas moléculas deixam de agir como radicais livres e formam parte do grupo de componentes normais do organismo, porém quando um radical livre encontra uma molécula normal, imediatamente desencadeia uma reação em cascata, formando um número sem fim de radicais livres, que só termina na presença de agentes antioxidantes. Assim, podemos citar algumas situações, dentre as inúmeras patologias e processos orgânicos, relacionadas diretamente com a ação dos radicais livres.

Por exemplo, sabe-se que os danos oxidativos ao colesterol circulante depositados nas paredes dos vasos sangüíneos contribuem significativamente para o desenvolvimento da aterosclerose.

Os danos ao DNA podem contribuir para o câncer e o envelhecimento.

A produção excessiva de radicais livres é, também, associada aos danos teciduais ligados à artrite reumatóide e doenças inflamatórias intestinais.

Além disso, existe um conjunto cada vez maior de evidências no sentido de que os danos oxidativos ocorrem em doenças neurodegenerativas, tais como, a Esclerose Lateral Amiotrófica, Doença de Parkinson e os derrames cerebrais. Podemos, ainda, encontrar explicações baseadas no raciocínio de lesão tecidual causada por radicais livres em patologias tão diversas como a angina, ou mesmo, o infarto agudo do miocárdio, e até a famosa TPM (Tensão Pré-Menstrual), Podemos, também, citar a obstipação intestinal crônica, que acomete a grande maioria das mulheres e que, na maior parte das vezes está ligada à alergia alimentar ao leite e derivados (em graus muito variáveis). Problemas dermatológicos, como a psoríase e vitiligo, desordens da visão, como as degenerações da retina, o diabetes, os problemas com o colesterol, triglicérides e ácido úrico, entre outros, fazem parte do mesmo raciocínio. Os mais recentes estudos de biologia molecular determinam os radicais livres como causa do envelhecimento.



 
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