Home
:: www.imebi.com.br ::

A alopécia androgênica ou calvície masculina é uma manifestação fisiológica que ocorre em indivíduos geneticamente predispostos, não sendo considerada uma doença. A herança genética pode vir do lado paterno ou materno. É resultado da estimulação dos folículos pilosos por hormônios masculinos, que começam a ser produzidos na adolescência. Sob a ação de uma enzima, a 5-alfa-redutase, a testosterona transforma-se em didrotestosterona (DHT), hormônio responsável pelo afinamento dos cabelos e diminuição progressiva dos folículos, que tem seu ciclo de vida normal encurtado. O resultado final é a calvície. 

O resultado destes fenômenos é a queda continuada dos cabelos levando à rarefação e ao afastamento da linha de implantação para trás.  A progressão do quadro leva à calvície, caracterizada pela ausência de cabelo na parte superior e frontal da cabeça, poupando as áreas laterais e posterior. Produção aumentada de oleosidade e descamação no couro cabeludo (caspa) também podem estar presentes. A gastrite decorrente da idade conhecida com atrófica é tão comum que alguns a consideram um fenômeno do envelhecimento. Seu aparecimento em jovens merece atenção especial.

Com o tratamento

O tratamento visa o prolongamento da vida útil dos folículos pilosos retardando o processo de queda dos cabelos. Pode ser feito através do uso de substâncias aplicadas diretamente no couro cabeludo ou com medicamentos via oral. Também é importante melhorar as condições do couro cabeludo, controlando a dermatite seborréica que, às vezes, acompanha o quadro. A finasterida, substância também utilizada para o tratamento de doenças da próstata, revolucionou o tratamento da alopécia androgênica, pois bloqueia a ação da enzima que dá origem à DHT. 

Os resultados dos estudos demostraram boa eficácia no controle da queda dos cabelos (cerca de 86%) e até mesmo na reversão de pêlos velus (finos e pequenos) para pêlos normais (cerca de 48%), caracterizando a repilação.


Queda de Cabelo – Feminina

A calvície, que já incomoda bastante os homens, quando acomete as mulheres pode ser causa de grande ansiedade e sofrimento emocional. Os cabelos tem grande importância na estética da mulher e são muito valorizados como característica feminina. A perda deles traz enorme significado em relação à auto-estima sendo motivo freqüente de busca de tratamento.
A alopécia androgênica (calvície) é uma manifestação fisiológica que atinge principalmente os homens, mas que também pode afetar as mulheres.
Ocorre devido à uma herança genética e o histórico de calvície pode vir tanto do lado da mãe como do pai. O processo acontece devido a ação da enzima 5-alfa-redutase sobre o hormônio testosterona (a mulher também apresenta este tipo de hormônio, porém em menor quantidade que o homem) resultando no subproduto DHT (dihidrotestosterona). Este último age sobre os folículos pilosos, provocando o seu afinamento e miniaturização.
Outras causas, como anemia ou alterações tireoideanas, podem provocar a queda dos cabelos nas mulheres, porém a manifestação ocorre de forma diferente, também provocando rarefação dos cabelos mas sem o afinamento característico da alopécia androgênica. 

A perda dos cabelos geralmente se inicia após a puberdade, quando os hormônios sexuais começam a ser produzidos. A evolução é lenta e o mais comum é ocorrer uma rarefação difusa dos cabelos, que se tornam finos e tem seu tamanho diminuído.
Dificilmente a mulher chega a ficar careca, mas isso pode acontecer em casos de maior intensidade e em mulheres de idade mais avançada. O quadro pode se tornar mais intenso se a mulher apresentar alterações hormonais, como a síndrome do ovário policístico ou o hirsutismo. Em algumas mulheres, a alopécia androgênica só começa a se manifestar após a menopausa, quando ocorre uma diminuição da produção dos hormônios femininos.

A calvície feminina pode ser tratada e o principal resultado da melhora é o resgate da auto-estima. O tratamento visa evitar a ação hormonal sobre os folículos, revertendo o processo de afinamento e miniaturização e é feito com o uso de anti-andrógenos (combatem a ação dos androgênios: hormônios masculinos), ou ainda, com a correção e equilíbrio de todo o eixo hormonal. 
Podem ser utilizados por via oral ou sob a forma de loções aplicadas no couro cabeludo, ou em gel transdérmicos, mas sempre na forma de hormônios bioidênticos. 
A medicamento utilizado com bons resultados nos homens, não é indicada para o tratamento de mulheres, mas outros produtos podem obter resultados semelhantes. Além disso é feito o estímulo ao crescimento dos cabelos, com suplementação vitamínica e substâncias de uso local, além da correção da Disbiose, e a imunomodulação com vacinas específicas.



 
Home Voltar Topo Imprimir


Desenvolvimento e Hospedagem de Sites