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A Mastigação Eficiente, lenta, compassada e com pausas entre cada deglutição. Essa é a forma correta de mastigar. Durante a mastigação o alimento é saboreado e começa o processo de digestão, que precede a absorção e o aproveitamento dos nutrientes. Quando feita corretamente, a mastigação oferece a sensação de saciedade com equilíbrio, pois quem mastiga bem come menos e tem a digestão mais rápida, o que promove mudanças significativas na qualidade de vida. Boa parte dos problemas do trato digestóreo, como gastrite, úlcera, doenças do refluxo, podem ter origem quando a mastigação é insuficiente.

Engolir alimentos em grandes pedaços faz com que o estômago necessite de maior esforço para triturá-los, o que pode causar esses transtornos tão comuns entre a população.

Qualquer que seja o alimento, a mastigação é uma grande aliada, pois é a responsável pela trituração e, com o auxílio das enzimas digestivas presentes na saliva, ajuda a produzir moléculas cada vez menores, deixando o alimento compatível para passar pelos outros segmentos do aparelho digestóreo. Além disso, quando realizada corretamente a mastigação colabora para reduzir o mau hálito. Não há regras quanto ao número de vezes que o alimento deve ser mastigado, pois cada indivíduo tem seu padrão. O importante é alimentar-se com calma e mastigar bem de acordo com a consistência de cada alimento. Apesar de nem sempre a rotina agitada de trabalho, estudos e família permitir o tempo correto para as refeições, o ideal é apreciar a comida sem pressa, triturando bem os alimentos até que esteja pastoso, sem que nenhum grande pedaço na boca dificulte sua deglutição. Para ter uma mastigação mais lenta e, consequentemente, uma digestão mais saudável, é aconselhável mudar a postura ao se alimentar. Deve-se descansar os talheres no prato durante a mastigação, evitar colocar alimento na boca quando ainda estiver cheia, sentir o cheiro, o sabor, a textura da comida e, principalmente, apreciar o momento da refeição e não comer em frente da televisão ou do computador. Alimentar-se é um ato nobre, portanto, qualquer desconforto implica que algo está errado e é necessário procurar ajuda profissional. Além de problemas no aparelho digestóreo, a mastigação inadequada está relacionada com a obesidade, à dor de cabeça, aos problemas cervicais, às dores na articulação temporomandibular, à disfagia e até às alterações no sono.

Há, ainda, a necessidade de se manter a força muscular equilibrada, não ter cansaço ao mastigar e, principalmente, ter prazer nas refeições e buscar a saciedade. Como qualquer função do organismo, a mastigação necessita da participação e integridade de nervos, músculos e ossos. Neste processo participam, ainda, lábios, língua, bochechas e dentes, que trabalham de forma dinâmica para movimentar a mandíbula em diferentes planos e direções. Se não houver harmonia entre todos esses elementos, significa que a mastigação não está correta e, com isso, é possível que a musculatura mastigatória e a estética facial também sejam prejudicadas.

Baseado em artigo da revista Super Saudável – ano xi - nº52

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