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Os ovários são orgãos pares, ovalados, aproximadamente do tamanho de uma noz, situados de cada lado do útero. Eles apresentam na superfície pequenas bolsas que contêm líquido no seu interior. Estas pequenas estruturas são denominadas de folículos ovarianos, onde se encontram as células reprodutoras da mulher que são de chamadas de oócitos ou óvulos.

No início do ciclo menstrual, muitos folículos iniciam o crescimento, porém apenas o mais preparado chega à maturidade e recebe o nome de folículo dominante. Próximo ao meio do ciclo menstrual, este folículo dominante se rompe e libera o óvulo para ser capturado e transportado pela trompa uterina.

Quando espermatozóide e óvulo se encontram na trompa, podem se fundir e formar o embrião, que é levado pela trompa até a cavidade uterina, onde penetra no endométrio (implantação), iniciando a gravidez.
O crescimento dos folículos é devido à ação de hormônios liberados pela hipófise (glândula situada no cérebro), chamados de hormônio folículo–estimulante (FSH) e hormônio luteinizante (LH). O hormônio chamado prolactina (PRL), também fabricado pela hipófise, é importante na lactação. Porém, seu aumento na ausência de gravidez produz alterações no ciclo menstrual, dificultando ou impedindo a reprodução.

Relação entre a menstruação e a ovulação

No início do ciclo menstrual, a hipófise libera grande quantidade de FSH, fazendo com que cresçam muitos folículos nos ovários. Mais ou menos no sétimo dia do ciclo, ocorre uma redução no FSH e, com isso, a maioria dos folículos morrem, restando apenas um (folículo dominante). Este folículo começa a aumentar de tamanho e produz cada vez mais estradiol (hormônio feminino), que produz as características sexuais secundárias da mulher (poucos pelos no corpo, maior depósito de gordura nos seios e nos quadris, etc...).

Quando o estradiol aumenta ao máximo, então a hipófise libera uma grande quantidade de LH, que faz o folículo se romper e liberar o óvulo (ovulação, que ocorre mais ou menos no 14º dia do ciclo), que é capturado pelas trompas. O folículo que se rompeu se transforma numa estrutura chamada corpo lúteo, que libera um hormônio — a progesterona — que vai preparar o endométrio para a implantação.

O dia a ovulação

Em termos estatísticos, a ovulação acontece cerca de 14 dias antes da próxima menstruação (assim, é preciso estimar quando virá a menstruação, e depois contar “para trás” 14 dias).

Também é possível perceber o período próximo da ovulação através de alterações que ocorrem no corpo da mulher. A temperatura do corpo aumenta desde dois dias antes até dois dias depois da ovulação, permanecendo mais alta até perto da menstruação. Este aumento não é muito grande, chegando até 0,5ºC. O canal cervical produz uma substância com textura e aspecto de clara de ovo (muco cervical), desde um dia antes até um dia depois da ovulação. Da mesma forma, de um dia antes até um dia depois da ovulação, algumas mulheres podem ter dor abdominal em pontada ou cólica.

Todos estes indicadores são indiretos e se associam a uma boa probabilidade de ovulação. Porém, também podem ocorrer por outros motivos que não a liberação do óvulo pelo folículo. A única forma de se saber, com certeza, que a mulher ovulou, é a gravidez.

O que influi na fertilidade feminina?

A mulher nasce com um número finito de folículos (e, também, de óvulos). Como em cada ciclo menstrual alguns morrem, conforme o tempo passa esta quantidade vai se reduzindo (a reserva ovariana diminui). Assim, o número de folículos se reduz com a idade da paciente — acima dos 35 anos esse número começa a se reduzir mais acentuadamente — acarretando maior dificuldade para a reprodução. Quando isto ocorre, a dosagem do hormônio FSH, no sangue, aumenta.

Se a mulher já foi mãe, embora seja mais fácil uma nova gravidez, não existem garantias de que isto vá ocorrer. Se aconteceram abortamentos, especialmente se repetidos, sua causa deve ser esclarecida na medida do possível, antes de se tentar nova gravidez. Particularmente, se houve curetagem, pode ocorrer a formação de cicatrizes dentro do útero, que impedem a implantação do embrião. As chamadas feridas do colo do útero, às vezes são cauterizadas muito profundamente, e isto pode alterar a produção do muco cervical, com o que os espermatozóides não conseguem penetrar no útero.

Cirurgias abdominais podem produzir cicatrizes chamadas de aderências, que podem aderir nas trompas e prejudicar a captura dos óvulos.

A mulher pode nascer com defeitos uterinos, entre eles o chamado útero bicorno, que tem duas cavidades pequenas em vez de uma única grande, prejudicando o crescimento do embrião.

Alguns remédios para o estômago (cimetidina-Tagamet), calmantes (haloperidol-Haldol), anti-eméticos (metoclopramida- Plasil) e outros, podem aumentar muito a quantidade de prolactina no sangue (hiperprolactinemia), o que produz alterações no ciclo menstrual que dificultam muito a gravidez. Muitas são portadoras de uma doença conhecida como endometriose, que é o crescimento de células parecidas com as do endométrio fora da cavidade uterina, em geral dentro do abdômen. Esta doença produz muita dor às relações, durante a ovulação e durante a menstruação. Além de dificultar a formação dos folículos, pode produzir alteração nas trompas, impedindo a captação dos óvulos.

Há mulheres cuja menstruação vem a cada três ou quatro meses somente; na verdade, não é uma menstruação mas sim uma hemorragia uterina chamada disfuncional. Estas mulheres não ovulam com regularidade, e por isso a doença se chama anovulação crônica. Como seus ovários possuem vários folículos pequenos, chamados de cistos, a doença também se chama síndrome dos ovários policísticos. Evidentemente, a falta de ovulação regular reduz a probabilidade de gravidez. Investigação Diagnóstica

É importante o estudo do eixo hormonal da paciente, nível de estresse, anormalidades físicas como uma interrupção das trompas, processo alérgico, doença auto-imune, investigar a própria ovulação, o funcionamento do aparelho digestóreo, estados de subnutrição (ou fome oculta), e a condição da fertilidade masculina.

Tratamento Biomolecular

A primeira atitude é corrigir distúrbios evidentes, como a Reposição hormonal fisiológica para permitir uma ovulação , tratar estados alérgicos com a administração da Imunoterapia Ativada, normalizar situações de subnutrição, e sua carências alimentares, déficit de Colesterol e Triglicérides (pré- formadores dos hormônios sexuais masculino e feminino), e a Disbiose.

Tratar a Disbiose é muito mais que corrigir o ritmo intestinal. É estudar o funcionamento do Aparelho Digestóreo a ponto de detectarmos em qual nível se iniciam as alterações, que vão culminar com a alteração da flora intestinal, desencadeando uma alteração na flora vaginal, com alterações do meio intra-vaginal, muitas vezes criando uma condição agressiva e inóspita para o espermatozóide, que culmina com sua morte, e conseqüente infertilidade. Assim, a correção da Disbiose e ainda, o estudo do Mineralograma Capilar, vão fazer a diferença no resultado final.
Ainda poderemos nos utilizar da Terapia com Tecidos Embrionários que proporciona um estímulo positivo sobre o tecido ovariano e vaginal, dentre outros que induz a um ótimo desempenho das células que se encontram em boas condições, e induzindo a apoptose (morte celular programada) das células danificadas, com um melhor desenvolvimento do tecido alvo e funcionamento mitocondrial, e melhora, ou estabilização do quadro, promovendo a gravidez tão esperada.




 
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